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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O JANTAR MAIS ROMÂNTICO DO MUNDO

 
Já jantamos nos melhores restaurantes do Brasil, alguns dos mais charmosos, mas nada, eu disse, nada, se compara ao Romantic Dinner do Intercontinental Bora Bora Thalasso Spa and Resort!


O jantar é realizado em uma parte privativa da praia com uma vista linda para o “motu” e para as villas, além do maravilhoso mar de Bora Bora.


No nosso caso, deixamos para fechar a viagem com chave de ouro, queríamos fazer o Romantic Dinner na nossa ultima noite em Bora Bora.


Em nosso primeiro dia na ilha, quando fomos conversar com a concierge do hotel, ela nos mostrou o cardápio que pretendia servir para saber se estava do nosso agrado. Além disso, sugeriu que o jantar começasse às 19:00, o que concordamos e ela nos informou que seríamos apanhados em nossa villa às 18:45.

No dia do jantar, a concierge nos ligou novamente para confirmar o nosso jantar e o horário que passaria para nos apanhar.
No horário marcado, a concierge estava em frente à nossa villa para nos levar até o local do jantar.
 


Ao chegarmos no local já ficamos embasbacados. O hotel preparou um corredor com tochas de fogo até a nossa mesa, que ficava logo ao lado do mar e com uma belíssima vista e com uma garçonete especialmente designada para o nosso jantar.

Eles haviam preparado uma mesa coberta de flores, e com uma champanhe para iniciarmos o jantar. Aliás, a champanhe estava deliciosa.

Serviram alguns pães quentinhos com manteiga, muito bom também!



 
A entrada era um delicioso atum (que não tem nada a ver com o atum que é servido no Brasil), com caviar. Foi o melhor caviar que já comi na vida!

 
No momento exato (aliás, fiquei impressionado com o “timing” da garçonete) ela perguntou se estávamos prontos para o próximo prato, um fantástico risoto de lagosta, com meia lagosta em cima, este também foi o melhor risoto que já comi, fantástico!


 
O terceiro prato, um delicioso filé com legumes, muito bom também.
 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

FÉRIAS NA POLINÉSIA FRANCESA, QUANTO CUSTA? COMO CHEGAR? EM QUE HOTEL FICAR? O QUE FAZER?

Certo dia decidi que queria fazer uma surpresa para a minha esposa e passar as férias em Bora Bora, uma das ilhas que compõe a Polinésia Francesa. A única certeza que Tínhamos era que a Polinésia Francesa é um destino (muito) caro e que fica (muito) longe do Brasil, por isso, essa é uma viagem que precisa ser bastante pensada. Vamos a algumas conclusões que chegamos:
QUANDO IR?
Se você pensa que a Polinésia Francesa tem sol o ano todo e que todos os tons de azul que você vê nas fotos podem ser vistos em qualquer época do ano, lamento te decepcionar. Na Polinésia Francesa tem chuva (e muita), ciclones, tufões, etc. (tá bom, não é nada se compararmos a um tsunami, mas mesmo assim, para quem está indo para o paraíso e gastando muito dinheiro para chegar lá, acho melhor se precaver).
Se você quer minimizar as chances de chuva, melhor ir para lá entre os meses de maio e outubro. Mas isso não quer dizer que vocês não pegarão chuva. Ficamos seis dias em Bora Bora, dois dos quais com muita chuva.
Apesar das chuvas, a temperatura não varia muito durante o ano. A temperatura média varia entre 22C e 30C
COMO CHEGAR E QUANTO CUSTAM AS PASSAGENS AÉREAS?
A Polinésia Francesa fica muitooo longe do Brasil, quase do outro lado do mundo. Apesar de ser possível voar para lá de Delta, Air France e Air Tahiti Nui, para os brasileiros, o meio mais fácil de ir para a Polinésia é pela Lan. Mesmo assim, não existem voos que demorem menos de 24 horas. Isso não quer dizer que você ficará 24 horas no avião, até porque o avião faz paradas em Santiago (onde há a troca de aeronave) e na Ilha de Páscoa (onde pode ou não haver a parada, dependendo do voo que você escolheu).
No nosso caso, escolhemos fazer uma viagem mais demorada, porém mais tranquila. Saímos de São Paulo para Santiago, onde pernoitamos em um hotel (Holiday Inn – falaremos mais sobre o hotel em outro post) que fica literalmente atravessando a rua na saída do aeroporto. Na manhã seguinte pegamos um voo para a Ilha de Páscoa, onde passamos uma tarde e começo de noite deliciosa (também será objeto de posts futuros). À noite pegamos um voo para Papeete e chegamos na capital do Taiti às 2 da manhã. Muita gente opta por passar um dia no Taiti para descansar, mas no nosso caso, preferimos seguir direto para Bora Bora, nosso destino final. Ocorre que o primeiro voo que sai para Bora Bora parte às 7:30 da manhã, então, não teve jeito, tivemos que amargar mais de 5 horas no Aeroporto (que não tem nada para fazer e cujas lojas ficam fechadas a maior parte da noite. Aliás, isso é estranhíssimo, existem, três lojas de compras, uma lanchonete e um Mc Donald´s , que só vende baguete, nada de Big Mac, ou quarteirão. As lojas só abrem 3 horas antes dos voos internacionais, e o Mc Donald´s funciona somente das 6 às 18, ou seja, chegou depois disso, só tem uma lanchonete muito “meia boca”).
De voo, tivemos quatro horas de SP – Santiago, 6 horas de Santiago para Ilha de Páscoa e outras 6 horas de Ilha de Páscoa até Papeete. O custo da passagem varia entre 6 e 7 mil reais por pessoa.
Uma outra possibilidade é abrir a passagem em Santiago e aproveitar alguns dias na capital chilena




Na manhã seguinte, pegamos um voo pela Air Tahiti para Bora Bora, o voo durou aproximadamente 1 hora.
Esse voo custa entre R$ 1100,00 a R$ 1500,00
Ou seja, dificilmente você conseguirá chegar em Bora Bora com menos de R$ 7.000,00. No nosso caso, utilizamos 100 mil pontos por pessoa do Tam Fidelidade para emitir as passagens entre São Paulo e Papeetee, assim, tivemos que pagar somente o trecho de Papeete até Bora Bora, o que foi uma economia considerável (mais de R$ 6.000,00).

 
QUE MOEDA LEVAR?

A moeda oficial da Polinésia Francesa é o franco polinésio, mas eles aceitam sem nenhum problema o dólar e o euro. Nós levamos somente euros e fizemos todos os pagamentos com a moeda da comunidade europeia sem nenhum problema.

QUE ROUPA LEVAR?

Você está indo para um destino de praia, portanto, não se preocupe com roupas, o importante é levar sunga (ou bikini), roupas leves, chinelo, etc. Não usei calça jeans ou camisa nenhum dia e vi muito pouca gente vestida dessa maneira nos jantares, portanto, leve pouca coisa, até porque, nos voos da Air Tahiti só é permitido levar malas com até 20 quilos, além de 3 quilos de mala de mão.

Se você for fazer mergulho, compre uma sapatilha ou um “crocs”. Se não lembrar, não tem problema, as agências providenciam pés de pato.



ONDE FICAR?

Bora Bora tem hotéis para todos os bolsos. Encontramos diárias partindo de R$ 3.000,00 para seis noites, até R$ 28.000,00 para meia-pensão. Aliás, essa é outra dica importantíssima. Não deixe de pegar a meia-pensão em nenhuma hipótese. Os preços das refeições nos hotéis podem chegar a mais de USD 300 para o casal (isso sem contar a bebida).

A escolha do hotel varia muito de acordo com o bolso, mas ir para um lugar como esse e não ficar em um bungalow era algo totalmente fora de cogitação para mim. Essa era uma viagem especial e queria fazer tudo o que tinha direito.

No final, estava ficando desesperado. Os custos dos hotéis eram astronômicos, até que um conhecido que já havia ido para a Polinésia Francesa me indicou uma agência local, a “easytahiti”. Conversei o tempo todo com a Tatiana Meunier que foi extremamente atenciosa e nos auxiliou na escolha do hotel. Acabamos fechando um bangalow over the water no Intercontinental Bora Bora Resort and Thalasso Spa, melhor hotel da ilha, por aproximadamente 6100 euros (5500 euros do hotel e 600 euros da agência). Continua sendo muito caro, mas economizamos quase R$ 7.000,00 por ter fechado com a agência, que indico para todos.

Ficando no Intercontinental Thalasso não deixe de fechar a meia-pensao. Os custos das refeições são estratosféricos.

Uma coisa que fizemos e que valeu muito à pena foi comprar champagne e vinho no Free Shop de Santiago. Não sou muito chegado em Champagne, mas Bora Bora merece.






 
CARTÃO AMBASSADOR

Aliás, se você for ficar hospedado no Intercontinental, aqui vai uma dica importantíssima. Antes de efetuar a reserva, faça o cartão Ambassador. No ato do pagamento você já receberá o seu número Ambassador.

Esse cartão tem validade de um ano e custa USD 200,00, que você vai achar o melhor dinheiro gasto em toda a viagem. Com esse cartão você terá upgrade automático de quarto (o que é uma economia absurda), internet gratuita durante toda a sua estadia, uma garrafa de água mineral por dia, frutas na chegada.

PASSEIOS

É bem verdade que com um quarto como o do Intercontinental e com uma água do mar tão maravilhosa como a que tínhamos, mal dava vontade de sair do quarto do hotel. Mesmo assim, fizemos alguns passeios como o Safari 4x4, passeio de barco e o romantic tour. Esses passeios serão objeto de outros posts.


CONCLUSÃO

Bora Bora fica muito, mas muito longe. É caro, mas muito caro, mas mesmo assim, não me arrependi nem por um segundo do dinheiro gasto. As memórias da viagem ficarão para sempre guardadas comigo. É um destino fantástico e, se você tiver oportunidade de ir, não pense duas vezes.

domingo, 22 de março de 2015

PASSEIOS EM BORA BORA



 

Tá bom, em um lugar como Bora Bora não é necessário fazer nenhum passeio, afinal, desfrutar as praias em frente ao hotel já é o melhor passeio e vista que você terá da ilha.


No entanto, queríamos um “algo a mais”, conhecer a ilha um pouco melhor, e por isso escolhemos três passeios e um jantar romântico. Os três passeios serão objeto deste post e o jantar romântico será descrito em outro post.


Como tínhamos seis dias inteiros na ilha, optamos por fazer dois passeios de meio período (no mesmo dia) e um passeio que levaria o dia todo, restando assim quatro dias para ficar no hotel.

 
Como o nosso hotel (Intercontinental Thalasso) ficava em um local mais afastado, pegamos a primeira lancha do Intercontinental, às 8:15 para o outro hotel Intercontinental, o La Moana, e lá nos esperava o guia para o primeiro passeio, o Safari 4x4.


 
 

O Safari na verdade, não tem muito (ou nada) a ver com o nome. O passeio é um “city tour” pela ilha, a única diferença é que subimos diversas montanhas em uma pick up. Logo na primeira, nós conseguimos ter uma visão geral da ilha, localização dos hotéis e uma vista muito bonita das diferentes tonalidades de azul.


 
 

A próxima parte do passeio foi subirmos de pick-up em uma montanha onde os americanos mantinham base durante a segunda guerra mundial, os canhões ainda permanecem no local, assim como os bunkers, mas obviamente todo o equipamento para a utilização dos canhões foi jogado ao mar, isso mesmo, ao mar. Ao término da segunda guerra mundial, os Estados Unidos ordenaram que os americanos se livrassem de todos os tanques e armamentos utilizados para que pudessem retornar ao seu país e qual foi a forma mais rápida de fazer isso? Jogar tudo no mar!

 

Absurdo à parte, o passeio é bastante interessante e dá uma visão geral da ilha, vale à pena se você tiver vários dias em Bora Bora, caso contrário, não faça.




 

Terminado o passeio da manhã, fomos almoçar no Bloody Marys, principal restaurante da ilha, pé-na-areia e onde TODOS os famosos que vão para Bora Bora visitam. Aliás, os donos do restaurante colocaram logo na entrada uma lista com os nomes dos famosos que foram no restaurante, e a lista é imensa desde cantores famosos, passando por artistas de Hollywood e atletas.

 

O ambiente do restaurante é muito agradável e aconchegante. E a comida? Sinceramente eu esperava um pouco mais. É bem verdade que havíamos fechado um pacote com a agência e pedimos para incluir o restaurante e isso limitou um bocado as opções de comida que podíamos escolher (basicamente sanduiches), mas eu esperava bem mais do local.

 









No período da tarde, o Lagoon diving (que nada mais é do que um city tour feito pelo mar). Esse passeio foi bastante interessante e não tem como não ficar boquiaberto com a grande variedade de tonalidades de azul que existem na ilha. Desde os mais escuros até os mais transparentes. E a razão para essa diversidade de tonalidades é bastante simples. A ilha de Bora Bora era um vulcão a mais de 50 mil anos atrás. O vulcão entrou em inatividade e foi sendo engolido pela água (o que acontece até hoje. Pelo que nos disseram, as montanhas diminuem cerca de 2 milimetros por ano, ou seja, nada a se preocupar). E na boca do vulcão foi surgindo uma barreira de corais que impedem os peixes grandes de entrar na ilha (não existem grandes tubarões ou baleias dentro da ilha, somente pequenos tubarões, arrais e milharessss de peixes). Assim, os lugares com a tonalidade mais clara tem, no máximo, 9 metros e as de tonalidade mais escura podem chegar até a 90 metros. Impressionante, não?







 

Bom, ver a mudança de tonalidades dos azuis já valeria o passeio, mas além disso fizemos três paradas, a primeira em um local com muito, mas muito peixes de todos os tipos e tamanho

 

A segunda junto com as arraias






 
 

E a terceira, em alto mar, com tubarões.

 

Eu adorei a primeira, mas deixei para os meus colegas mais corajosos o passeio com as arraias e tubarões.


 
 

Mas e aí, o passeio vale à pena? Sim se você não pretende fazer o romantic tour. Caso contrário, deixe para o Romantic Tour que engloba todo o passeio pelo mar de uma vez só.

 

Por falar em passeios, o Romantic Tour foi, sem sombra de dúvidas, o nosso favorito. A primeira parte do passeio é bastante parecida com a do Lagoon Tour. Começa com um passeio em alto mar, nada com arraias e tubarões. Aliás, é impossível parar de fotografar. Para todos os lados que se olhe tem um cartão postal digno de um foto. Para se ter uma ideia, tiramos mais de 2500 fotos com a máquina convencional e outras 500 com a subaquática!

 
 

Depois vamos até uma parte da cadeia de corais onde é possível observar peixes

 

E no final, um “aquário” com milhares de peixes. Essa foi a minha parte favorita de todas as paradas.




 
 

Terminada essa parte do passeio,  fomos para uma ilha particular, com o mar maravilhoso (como se o resto do passeio não fosse)e nos serviram um delicioso drink de manga que estava divino. Ali mesmo foi feito o nosso almoço, extremamente farto e saboroso.

 

Esse foi o meu passeio favorito, valeu muito à pena e recomendo. Se você forem fazer somente um passeio, façam o Romantic Tour e não se arrependerão.