quarta-feira, 15 de julho de 2015

EUROPA COM CRIANCA...NO INVERNO

 
Quando você tem um filho pequeno e uma vontade louca de viajar fica sempre a dúvida, vale à pena levá-lo na viagem? Ainda mais quando a viagem é longa (para a Europa) no inverno.

O meu filho, Fernando, é uma criança muito boazinha e nos acompanha em todas as viagens.

No final do ano passado decidimos que iriamos passar novamente no réveillon em Paris. Antes disso, faríamos uma parada em Amsterdam.

Para dificultar ainda mais o nosso roteiro, escolhemos um voo longo (por um preço excepcional) da Iberia. Ou seja, voamos de São Paulo para Madrid, depois de Madrid para Paris e por ultimo de Paris para Amsterdam. A viagem tinha que ser bem programada para não termos maiores aborrecimentos com o Fernando.

 
Como de costume, levamos alguns brinquedos que ele adora, carrinho, super heróis e um livro para colorir. Já sabemos como ele se porta nesses tipos de viagem. Se o avião possui tela individual, o nosso sossego é garantido...filmes e joguinhos fazem a diversão dele e nos proporcionam algumas horas a mais de sono. Para os voos entre países, o livro de colorir faz bem as vezes. Além disso, sucos, leite e bolacha matam a fome até a próxima refeição chegar.

Entre um voo e outro, nós aproveitamos para andar bastante com ele, deixa-lo correr e compramos alguns carrinhos novos no Free Shop. A tática foi acertada e ele adorou.

Chegando em Amsterdam com temperatura negativa e aí? Bom, levamos o carrinho de passeio dele e compramos um plástico especial para carrinho para ajudar a protegê-lo do frio. Além disso, luva, gorro, cachecol e muitos casacos o deixou bastante quente para os passeios na neve.



Mas e aí, ele se divertiu? E ele deixou com que nós nos divertíssemos? A resposta é “sim”. utilizamos aqui uma outra técnica que funciona muito bem para nós. Mesclamos os passeios de nosso interesse com aqueles que o agradam. Por exemplo: Ao lado do museu do Van Gogh existe um grande e imperdível parque, o Vondelpark. Assim, após algumas horas cansativas para ele deixamos que ele aproveitasse o parque correndo atrás de pombas, chutando pedrinhas, brincando com os seus carrinhos ou simplesmente correndo. Esse quebra é importantíssima para a criança na ficar entediada e começar a chorar no meio dos passeios.

Outra preocupação da viagem é com a alimentação dele. Em regra procuramos restaurantes que possuam cardápio variado (culinária local para nós e massa ou arroz com carne e legumes para ele). Não é muito difícil conciliar a alimentação. Mesmo assim, deixamos sempre a bolacha, o suco e o leite na bolsa para alguma eventualidade.


 
No “frigir dos ovos” amamos a viagem e conseguimos minimizar o efeito do frio na viagem.



domingo, 12 de julho de 2015

EATALY SAO PAULO

 
Conheci o Eataly na minha primeira visita a NY e fiquei apaixonado (para conhecer mais sobre o Eataly de NY, clique aqui) e eu fiquei fascinado! Quando o Eataly abriu em Sao Paulo, eu fiquei muito entusiasmado para conhecê-lo. A minha definicao é que o Eataly é um verdadeiro shopping da cozinha italiana.


O Eataly de Sao Paulo possui dois andares (trës se considerarmos a Birreria). O térreo possui uma grande variedade de frutas, hortalicas, queijos e embutidos para vender, além de uma belissima padaria e um restaurante. Ah, faltou um detalhe importante! É nesse andar que está localizada a famosa loja da Nutella...o preço para se esbaldar.. R$ 18 reais para comer com frutas e R$ 16,00 para comer puro (sem fruta).





 
O segundo piso é o meu favorito. É lá que você pode encontrar diversas massas italianas para levar para casa, além de azeites do mais variados tipos, vinhos para todos os gostos (e bolsos) bem como uma maravilhosa selecao de cervejas. É nesse piso que ficam também o acougue (com algumas das mais belas carnes que já vi) e diversos restaurantes...especializados em massa, em carne e em peixe!

Os restaurantes do primeiro e do segundo piso são apertadinhos mas os pratos são muito bem servidos.







O terceiro piso é dedicado especialmente para a birreria. O principal restaurante, espacoso e com uma bela vista da Av. Juscelino Kubtischek. Restaurante classudo e muito bacana tanto para ir com a família quanto para ir “ a dois”.


A entrada é maravilhosa assim como a ótima selecao de vinhos e de cerveja. Os sucos/refrigerante são italianos, assim, não espere encontrar uma coca-cola por lá.


O restaurante não possui uma grande variedade de pratos mas os que são servidos são diferenciados e preparados com os melhores ingredientes.





Fiquei muito bem impressionado com o Eataly de Sao Paulo, que não deve nada ao de NY e espero retornar em breve.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

FÉRIAS NA POLINÉSIA FRANCESA, QUANTO CUSTA? COMO CHEGAR? EM QUE HOTEL FICAR? O QUE FAZER?

Certo dia decidi que queria fazer uma surpresa para a minha esposa e passar as férias em Bora Bora, uma das ilhas que compõe a Polinésia Francesa. A única certeza que Tínhamos era que a Polinésia Francesa é um destino (muito) caro e que fica (muito) longe do Brasil, por isso, essa é uma viagem que precisa ser bastante pensada. Vamos a algumas conclusões que chegamos:
QUANDO IR?
Se você pensa que a Polinésia Francesa tem sol o ano todo e que todos os tons de azul que você vê nas fotos podem ser vistos em qualquer época do ano, lamento te decepcionar. Na Polinésia Francesa tem chuva (e muita), ciclones, tufões, etc. (tá bom, não é nada se compararmos a um tsunami, mas mesmo assim, para quem está indo para o paraíso e gastando muito dinheiro para chegar lá, acho melhor se precaver).
Se você quer minimizar as chances de chuva, melhor ir para lá entre os meses de maio e outubro. Mas isso não quer dizer que vocês não pegarão chuva. Ficamos seis dias em Bora Bora, dois dos quais com muita chuva.
Apesar das chuvas, a temperatura não varia muito durante o ano. A temperatura média varia entre 22C e 30C
COMO CHEGAR E QUANTO CUSTAM AS PASSAGENS AÉREAS?
A Polinésia Francesa fica muitooo longe do Brasil, quase do outro lado do mundo. Apesar de ser possível voar para lá de Delta, Air France e Air Tahiti Nui, para os brasileiros, o meio mais fácil de ir para a Polinésia é pela Lan. Mesmo assim, não existem voos que demorem menos de 24 horas. Isso não quer dizer que você ficará 24 horas no avião, até porque o avião faz paradas em Santiago (onde há a troca de aeronave) e na Ilha de Páscoa (onde pode ou não haver a parada, dependendo do voo que você escolheu).
No nosso caso, escolhemos fazer uma viagem mais demorada, porém mais tranquila. Saímos de São Paulo para Santiago, onde pernoitamos em um hotel (Holiday Inn – falaremos mais sobre o hotel em outro post) que fica literalmente atravessando a rua na saída do aeroporto. Na manhã seguinte pegamos um voo para a Ilha de Páscoa, onde passamos uma tarde e começo de noite deliciosa (também será objeto de posts futuros). À noite pegamos um voo para Papeete e chegamos na capital do Taiti às 2 da manhã. Muita gente opta por passar um dia no Taiti para descansar, mas no nosso caso, preferimos seguir direto para Bora Bora, nosso destino final. Ocorre que o primeiro voo que sai para Bora Bora parte às 7:30 da manhã, então, não teve jeito, tivemos que amargar mais de 5 horas no Aeroporto (que não tem nada para fazer e cujas lojas ficam fechadas a maior parte da noite. Aliás, isso é estranhíssimo, existem, três lojas de compras, uma lanchonete e um Mc Donald´s , que só vende baguete, nada de Big Mac, ou quarteirão. As lojas só abrem 3 horas antes dos voos internacionais, e o Mc Donald´s funciona somente das 6 às 18, ou seja, chegou depois disso, só tem uma lanchonete muito “meia boca”).
De voo, tivemos quatro horas de SP – Santiago, 6 horas de Santiago para Ilha de Páscoa e outras 6 horas de Ilha de Páscoa até Papeete. O custo da passagem varia entre 6 e 7 mil reais por pessoa.
Uma outra possibilidade é abrir a passagem em Santiago e aproveitar alguns dias na capital chilena




Na manhã seguinte, pegamos um voo pela Air Tahiti para Bora Bora, o voo durou aproximadamente 1 hora.
Esse voo custa entre R$ 1100,00 a R$ 1500,00
Ou seja, dificilmente você conseguirá chegar em Bora Bora com menos de R$ 7.000,00. No nosso caso, utilizamos 100 mil pontos por pessoa do Tam Fidelidade para emitir as passagens entre São Paulo e Papeetee, assim, tivemos que pagar somente o trecho de Papeete até Bora Bora, o que foi uma economia considerável (mais de R$ 6.000,00).

 
QUE MOEDA LEVAR?

A moeda oficial da Polinésia Francesa é o franco polinésio, mas eles aceitam sem nenhum problema o dólar e o euro. Nós levamos somente euros e fizemos todos os pagamentos com a moeda da comunidade europeia sem nenhum problema.

QUE ROUPA LEVAR?

Você está indo para um destino de praia, portanto, não se preocupe com roupas, o importante é levar sunga (ou bikini), roupas leves, chinelo, etc. Não usei calça jeans ou camisa nenhum dia e vi muito pouca gente vestida dessa maneira nos jantares, portanto, leve pouca coisa, até porque, nos voos da Air Tahiti só é permitido levar malas com até 20 quilos, além de 3 quilos de mala de mão.

Se você for fazer mergulho, compre uma sapatilha ou um “crocs”. Se não lembrar, não tem problema, as agências providenciam pés de pato.



ONDE FICAR?

Bora Bora tem hotéis para todos os bolsos. Encontramos diárias partindo de R$ 3.000,00 para seis noites, até R$ 28.000,00 para meia-pensão. Aliás, essa é outra dica importantíssima. Não deixe de pegar a meia-pensão em nenhuma hipótese. Os preços das refeições nos hotéis podem chegar a mais de USD 300 para o casal (isso sem contar a bebida).

A escolha do hotel varia muito de acordo com o bolso, mas ir para um lugar como esse e não ficar em um bungalow era algo totalmente fora de cogitação para mim. Essa era uma viagem especial e queria fazer tudo o que tinha direito.

No final, estava ficando desesperado. Os custos dos hotéis eram astronômicos, até que um conhecido que já havia ido para a Polinésia Francesa me indicou uma agência local, a “easytahiti”. Conversei o tempo todo com a Tatiana Meunier que foi extremamente atenciosa e nos auxiliou na escolha do hotel. Acabamos fechando um bangalow over the water no Intercontinental Bora Bora Resort and Thalasso Spa, melhor hotel da ilha, por aproximadamente 6100 euros (5500 euros do hotel e 600 euros da agência). Continua sendo muito caro, mas economizamos quase R$ 7.000,00 por ter fechado com a agência, que indico para todos.

Ficando no Intercontinental Thalasso não deixe de fechar a meia-pensao. Os custos das refeições são estratosféricos.

Uma coisa que fizemos e que valeu muito à pena foi comprar champagne e vinho no Free Shop de Santiago. Não sou muito chegado em Champagne, mas Bora Bora merece.






 
CARTÃO AMBASSADOR

Aliás, se você for ficar hospedado no Intercontinental, aqui vai uma dica importantíssima. Antes de efetuar a reserva, faça o cartão Ambassador. No ato do pagamento você já receberá o seu número Ambassador.

Esse cartão tem validade de um ano e custa USD 200,00, que você vai achar o melhor dinheiro gasto em toda a viagem. Com esse cartão você terá upgrade automático de quarto (o que é uma economia absurda), internet gratuita durante toda a sua estadia, uma garrafa de água mineral por dia, frutas na chegada.

PASSEIOS

É bem verdade que com um quarto como o do Intercontinental e com uma água do mar tão maravilhosa como a que tínhamos, mal dava vontade de sair do quarto do hotel. Mesmo assim, fizemos alguns passeios como o Safari 4x4, passeio de barco e o romantic tour. Esses passeios serão objeto de outros posts.


CONCLUSÃO

Bora Bora fica muito, mas muito longe. É caro, mas muito caro, mas mesmo assim, não me arrependi nem por um segundo do dinheiro gasto. As memórias da viagem ficarão para sempre guardadas comigo. É um destino fantástico e, se você tiver oportunidade de ir, não pense duas vezes.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

RESTAURANTES EM BUENOS AIRES – IL GATTO





Com o peso ainda vantajoso para os brasileiros, comer nos restaurantes porteños se tornou ainda mais interessante.

Além da inconfundível qualidade dos nossos vizinhos, alguns restaurantes passaram a se destacar ainda mais.


 
Um desses restaurantes é o Il Gatto, que está presente em cinco localidades em Buenos Aires e em outras tantas em Córdoba.

Visitamos a filial da Corrientes e adoramos. O restaurante é extremamente bem decorado e os garçons muito preparados e simpáticos.


 
O restaurante é especializado em comida italiana e é impossível sair de lá indiferente. A comida é maravilhosa e o preço é extremamente baixo pela qualidade do serviço prestado.

Recomendo tanto para o almoço como para o jantar!




sábado, 4 de julho de 2015

NEW YORK – CAFÉ DA MANHA NO IHOP, CAFÉ DA MANHA DELICIOSAMENTE AMERICANO

 
Obs. Este post não é patrocinado

 


Sabe aqueles filmes americanos em que o personagem principal entra em uma cafeteria e logo é servido com um copo (gigante) de café e come omelete ou panquecas enquanto conversa com algum outro personagem importante da trama?


Esse filme bem que poderia ter sido gravado no Ihop. Cafeteria tipicamente americana, a rede está espalhada por vários estados sendo que uma delas fica bem próxima do Jersey Gardens, outlet mais visitado pelos brasileiros.

No nosso caso, chegamos do Brasil e alugamos um carro direto no aeroporto para ir ao outlet (queríamos fazer as compras o mais rapidamente possível para ter todo o tempo do mundo para passear em NY).

O Ihop caiu como uma luva. Fica localizado a poucos metros do outlet e nos proporcionou uma experiência incrível!
 

 
Aproveitamos para tomar AQUELE café da manha, com tudo o que temos direito. Café aguado e gigante, omelete que seria muito bem duas pessoas e uma panqueca para comer rezando.



Fica a dica! Se estiverem próximos ao outlet, aproveitem para entrar no clima da cidade e ter um café da manha tipicamente americano.